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FATO:
6.912 línguas vivas.*
Habitantes: 6,5 bilhões
Necessidade: Igualdade
na Comunicação.
SOLUÇÃO:
Adotar Fasile.
COMPROVE
que a solução proposta é fácil, confiável, rápida e eficaz.
DESENVOLVA
o emprego prático de Fasile.
Participe do fórum de aperfeiçoamento.
PARTICIPE
Pense globalmente
e aja localmente.
Perceba a oportunidade
de negócio.
Introduza Fasile
em sua região.
* Ethnologue, 15th Edition, Raymond G. Gordon Jr., Editor.
Fácil.
Rápido.
Grátis.
Diga NÃO à discriminação!
Cada povo tem sua língua.
Fasile - a língua-ponte,
pertence a todos os povos.
Fasile é a língua mais fácil
existente. Não tem verbos irregulares nem palavras acentuadas.
Você vai aprender sua gramática com alegria e facilidade: inovadora, criativa e poderosa, com vocabulário
reduzido, mas surpreendente por sua imensa capacidade de expressão.
Fasile - Certeza de entendimento global no terceiro milênio e cumprimento da Declaração Universal dos Direitos Humanos
da
Organização das Nações Unidas.
Pense. Discuta. Faça.
Torne possível.
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Perguntas
mais freqüentes
B. Egon
Breitenbach
É possível ao homem a criação de uma língua?
Com certeza. Hoje os intelectuais realmente esclarecidos não mais contestam a idéia. As línguas tradicionais, como a nossa e todas as outras, na verdade foram
criadas pelo próprio homem. Contudo, ao longo de séculos, empiricamente. Improvisando soluções diante de necessidades inadiáveis
("embarcar no avião"), atribuindo gênero (sexo) a coisas, como podemos constatar no alemão e nas línguas neolatinas, apenas para exemplificar.
Por outro lado, a história da lingüística aponta várias interferências do
homem, seja no resgate de línguas mortas, como o caso do hebraico, ao se criar o Estado de Israel, a restauração do islandês, ou ainda a elaboração do sânscrito...
Adotar uma língua mundial não significa decretar o fim das línguas e culturas existentes?
O objetivo não é suprimir as línguas e as culturas, mas sim preservá-las através da adoção da Língua Mundial como segunda língua, auxiliar nos contatos e atividades internacionais, como assistir um filme produzido além-fronteiras.
O mundo é um só. Neste novo cenário, diante de nossos semelhantes de
outras geografias, não mais teremos de agir quais cegos, surdos e mudos a despeito de podermos ver, ouvir e falar.
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Todos
no planeta
devem
usar Fasile!
Comece
Agora |
Como será o mundo quando todos forem capazes de falar a mesma
língua?
Não estamos propondo a língua única, mas propondo que os povos adotem a segunda língua. Ou seja, estaremos livres de aprender três, quatro ou mais línguas. Simplesmente aprenderemos a mundial, que atuará como língua comum, verdadeira ponte lingüística entre os povos.
Em quanto tempo, em média, se pode aprender
Fasile?
Isto depende, claro, da motivação do aprendiz. Para uma idéia geral, um dia de estudo é suficiente para ler e entender alguns textos.
Fasile é mais fácil de aprender do que as outras línguas? Por quê?
Arriscaríamos dizer que Fasile deve ser, no mínimo, dez vezes mais fácil que o Esperanto e vinte vezes mais fácil que o Inglês.
Comprove você mesmo(a)! Fasile não apenas é mais fácil de aprender, mas
mais adequado para comunicar!
Quando e onde surgiu a idéia deste projeto?
Em 1974, após termos publicado diversos artigos, sobretudo na imprensa de Porto Alegre, lançamos praticamente o primeiro livro em português - A Língua das Nações - a fazer propaganda do Esperanto, língua internacional de maior sucesso até o presente. Todavia, cônscios das inúmeras deficiências do Esperanto, resolvemos iniciar estudos no sentido de apresentar novo projeto, a partir do conhecimento científico hoje disponível na Interlingüística e
acumulado desde o surgimento do Esperanto (1887).
Cite algumas características superiores de
Fasile com relação ao Esperanto.
Além das vantagens abaixo, evidentemente há inúmeras outras, perceptíveis à medida que você estudar e assimilar o projeto.
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Fasile
indica o objeto direto de modo eficaz.
-
Fasile adota, no vocabulário básico, radicais monossilábicos,
como beli, love, keri. Este princípio traz grandes
vantagens na composição de novas palavras, menores e
não coincidentes com formas pré-existentes, como
kolego,
que em Esperanto significa colega, mas
também significa pescoço grande.
-
Seu
sistema de verbos apresenta maiores simplicidade e capacidade de expressão.
-
Seu
vocabulário
é mais moderno: automobilo (Esperanto) -> kare
(Fasile), bezono (Esperanto) -> nide (Fasile), scienco
(Esperanto) -> ike (Fasile), lingvistiko (Esperanto)
-> lingike (Fasile).
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Fasile indica melhor o gênero dos substantivos.
-
Fasile
não usa os fonemas tch, ts, dj, e h
forte e h fortíssimo.
Nem combinações que favoreçam o uso de
"próteses" (exemplo em português: psicologia
-> pissicologia).
-
Em
Fasile os adjetivos não flexionam em número.
-
Para
saber mais, leia "Porque
Fasile é mais fácil que o Esperanto"
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Como foi
iniciada a Língua Mundial?
Resumidamente: verificamos as concepções dos lingüistas e interlingüistas concernentes ao tema. Buscando identificar consensos, tivemos de separar o joio do trigo, descartando o impossível, a fantasia, o exagero, o
desprezível etc.
Procuramos garimpar pepitas de ouro entre os fracassos. Consultamos
também a Internet, após termos esgotado a bibliografia.
Ao final, elaboramos diversos anteprojetos em cada uma das grandes áreas: Morfologia - a palavra, Fonética/Fonologia - o vocábulo, e Sintaxe - o termo, sempre e inexoravelmente submissos à lógica, à universalidade, ao sentido prático. Este último justificando assimetrias e aparentes "ilógicos".
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Apóie
esta idéia:
Igualdade
na Comunicação.
Comece
Agora |
Quantas pessoas
estão envolvidas no projeto em todo o mundo?

No momento, formamos um grupo
internacional em permanente crescimento, para nossa alegria.
Desconhecemos a quantidade pelo fato de que, além de não exigirmos
nenhum pagamento ou donativo, também não identificamos ou
cadastramos as pessoas interessadas.
Desde abril de 1999, quando apresentamos o projeto, temos apelado a todos para que avaliem este projeto e proponham os aperfeiçoamentos que julgarem necessários. Com toda certeza estarão tornando o mundo melhor.
Efetivamente, desde o lançamento de Fasile, criamos 19 versões ou
aperfeiçoamentos significativos com base no intercâmbio democrático
de idéias e na reformulação de olhares e pensamentos.
Especialmente, reservamos espaço aos lingüistas, aos professores, aos esperantistas, aos estudantes e às pessoas em geral, que reúnem conhecimento, boa-vontade e disposição para contribuir até atingirmos a versão definitiva, consensual.
Qual o objetivo principal?
Concebida para servir como instrumento neutro, auxiliar, supranacional, a língua de todos nós não retira a identidade lingüística de ninguém. Estimula, isto sim, a emancipação dos povos, mediante sua integração com os demais.
Analogia: O projeto se desenvolve em espiral. Andamos em círculos, em direção ao alto. O último círculo percorrido, o presente, passa um pouco acima do anterior e, aos poucos, graças à colaboração internacional, consensualmente se dirige à versão básica final, talvez em
2010. A data depende do interesse e da aceitação da própria humanidade.
Há livros disponíveis em Fasile?
Atualmente apenas livros digitais.
Onde ocorreu o lançamento do projeto?
Na Internet, em 1999, onde praticamente se desenvolve todo o trabalho. Futuramente, atendendo a pedidos, deveremos viajar também ao exterior para mais ampla divulgação.
Uma vez que o Esperanto nunca conseguiu ser o sucesso que os mentores da idéia esperavam, qual a viabilidade desta língua se tornar mesmo a língua mundial?
Este projeto responde à convergência tecnológica atual e, muito importante, não está sendo imposto, como algo intocável. Nem tampouco seu movimento se tornará sectário, religioso ou burocrático. Pelo contrário, as pessoas, desde o mais humilde dos seres humanos até o mais preclaro lingüista, têm a oportunidade de participar. Cremos que as perspectivas são excelentes.
A língua mundial funcionaria exclusivamente na Internet?
Não. Ela será utilizada em todas as situações de contato entre pessoas de diferentes idiomas. Seria a segunda língua de cada ser humano, que somente precisaria aprender a
língua internacional, além da sua língua materna. Em conseqüência, as línguas de menor projeção, cujo alcance limitado determina, e até apressa, seu desaparecimento,
serão salvas da extinção.
Como seria ensinada a língua mundial, de modo a todos terem acesso a ela?
Seria ensinada em casa, à distância, nas escolas, nos sindicatos, nas universidades. Enfim, em todas as instituições interessadas em participar do projeto.
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Fasile
é
a fórmula inovadora para a
igualdade
(e a paz) na comunicação. |
O nome
Fasile é definitivo?
No momento
a língua proposta está sendo divulgada com o nome de Fasile. A própria
comunidade usuária, antes do lançamento da versão final, poderá criar um novo nome, por exemplo, através de um concurso internacional. No momento isto não nos preocupa.
Em que estado de desenvolvimento está o projeto? Muito inicial ou já avançado?
Após inatividade de menos de um ano de atividades públicas, no
momento estamos atualizando o sítio. Em breve a versão de liderança
estará disponível em inglês,
espanhol, português e francês. A seguir, prioritariamente, e dependendo da colaboração das comunidades das línguas chinesa, russa, japonesa, alemã, italiana, e árabe, apresentaremos o projeto aos povos do Oriente. Dentro de um ano, as páginas de apresentação estarão disponíveis em 27 línguas. Os respectivos cursos serão implantados aos poucos.
Em quanto tempo poderíamos todos vir a falar a língua
internacional? Um ano, dois? Mais tempo?
Vai depender, vitalmente, do apoio recebido. A meta é finalizar a
versão alfa em 2009 e tornar o projeto acessível a mais da metade da
humanidade em 2010. Cremos que, em dois anos, provavelmente, a versão básica do projeto estará consensualmente pronta. Então deveremos iniciar a distribuição ao público.
O mundo inteiro falando a mesma língua e se entendendo? Não é
utópico?
Imagine-se morando numa cidade inteligente,
ecologicamente perfeita, sem os conhecidos problemas de saúde, educação, insegurança. Onde até os objetos se intercomunicam eletronicamente a serviço do homem, quem sabe num cenário sub-marítimo, lunar, ou num continente novo, planejado e construído, onde talvez a própria perspectiva da morte não mais preocupe. Viável daqui a 30 anos? Um século?
Imagine a existência do olho sem a lente, do dente sem o dentista, do corpo sem o remédio, do carro sem a roda, da escuridão sem a lâmpada, da palavra sem a letra. É penoso admitir a não-comunicação entre a espécie
homo sapiens.
Cremos que, no futuro, as gerações terão dificuldade de compreender a passividade e a demora na democratização e na racionalização das relações lingüísticas entre os povos.
Não parece paradoxal o estado de coisas a inviabilizar ao ser mais evoluído do planeta o entendimento global?
A História é rica de utopias que hoje fazem parte do quotidiano. Acima de tudo, tenhamos a coragem de buscar a libertação
lingüística!
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